A começar pelo visual extremamente artístico, com desenhos semelhantes a pinturas com aquarela. Realmente muito bonito. A trilha sonora é bem erudita, nada de dance, pop, funk... São músicas clássicas ao som de violino. Muito bonitas, por sinal. Mas se você não curte, é só tirar o som e ligar a sua música preferida no player que fica tudo certo.

O jogo é dividido em “mundos”. No qual, à medida que você vai avançando, pode retornar para qualquer uma delas a hora que bem entender, pois, apesar de ter objetivos fixos, o jogo não é linear, ou seja, você pode fazer as coisas na hora que quiser.
Os comandos são extremamente simples: setas direcionais, espaço e shift. SÓ. Junta isso, com o fato das primeiras partes serem bem fáceis, mais um visual “infantil”, e logo você tem a impressão de que será um joguinho bobo que até a sua prima de 5 anos consegue terminar. Se engana totalmente, pois o jogo necessita muito mais do que raciocínio lógico. Porque ele vai de encontro a toda e qualquer lógica nos jogos existentes.
Em Braid, você é obrigado a usar seu cérebro e pensar em soluções completamente fora dos padrões para resolver os enigmas do jogo, pensar em coisas que você não pensaria fazer em um jogo, desde de colocar partes em câmera lenta, até mesmo voltar no tempo. (não vou falar muito, senão estrago o jogo de quem se interessar).
Finalizando, só digo uma coisa: se você não conhece Braid, faça o download do jogo, vale a pena cada Megabyte baixado.
Aí embaixo está o link do torrent, lembrando que o jogo pode ser instalado totalmente em português.
Bom jogo!



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